RELATÓRIO
OFICINA 9
TP5 UNIDADE 17
No dia 01 de agosto de 2009,realizamos a 9ª oficina do TP5 unidade 17;estilística,com o objetivo de compreender a noção de estilo no domínio da linguagem e o objetivo da estilística,como também reconhecer alguns recursos expressivos ligados ao som e a palavra.Iniciei com uma leitura reflexiva “educar”,de Rubem Alves.Em seguida fizemos o estudo dão tp5 unidade 17; estilística e 18;coerência textual.Debatemos por seção.Discutimos o texto “palavras são palavras”, de Celso Ferreira ,retirado do tp5,nas páginas 36 e 37.E reforçamos o profundo significado que tem cada palavra nos textos.No entanto além de se colocar em um emprego novo.Busca a expressividade,tonalidade,emoção...Ocorre uma boa participação,pois observei a partir das leituras e depoimentos dos professores cursistas,o sentido que tem as palavras,a cada leitura entoadas.Realmente esse encontro foi bem proveitoso.Na continuidade abri espaço para a apresentação do avançando na prática.Os professores relataram suas experiências em sala de aula,apontando algumas dificuldades .Foi encaminhado ,porém algumas devolutivas,tanto do formador para alguns cursistas,como dos cursistas para os seus alunos.Na seqüência foi realizada algumas propostas de atividades:.texto “cada um é cada um”,páginas 15 e 16 do tp5,a leitura do texto foi feita com entonação,com a participação da maioria ali presente.Discutimos vários estilos...Em seguida fizemos coletivamente a leitura do poema “trem de ferro”,de Manuel Bandeira,com breves comentários.Construímos também um texto coletivo afim de explorar os recursos expressivos relacionados á enunciação dos componentes semânticos(retirado do AAA5,página 27.) Na atividade 15 do tp5,página 99,quadrinho,trabalhamos oralmente,observando a situação sociocomunicativa que se cria na tirinha.Retomamos ao AAA5 e fizemos a leitura das imagens nas páginas 15 e 16.Após esse momento apresentamos um slide “contexto e coerência,nas páginas 66 e 67,explorando a cena narrada.Para finalizarmos aplicamos uma dinâmica de construção de um texto,utilizando somente “palavras”,distribuídas pela formadora.Essa dinâmica foi dividida em grupos de três componentes.A apresentação do texto foi feita em forma de cartazes.Fiz alguns encaminhamentos em relação ao estudo do tp6,como também do avançado na prática.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
RELATÓRIO OFICINA TP 4 UNIDADE 15 E 16
RELATÓRIO
OFICINA 8 TP4 UNIDADES 15 e16
No dia 31 de julho,nos reunimos para realizarmos a oitava oficina do gestar no município de Nova Ubiratã-MT.Com o tema “Mergulho no texto”,objetivando conhecer várias funções e formas de perguntar para ajudar o aluno a utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo do ler para aprender.
Iniciamos com uma leitura reflexiva do autor Rubens Alves, “Todo Texto Literário é uma Partitura Musical’,comentamos o texto,como meio de enriquecimento ás nossas leituras.Apresentamos a projeção do filme ‘NARRADORES DE JAVÉ”.discutimos o filme,seguindo um roteiro de perguntas,auxiliando-nos na questão do processo letramento. Em seguida abrimos as discussões em relação ao conteúdo retratado retratados nas unidades 15 e 16.Verificamos as críticas dos professores em relação ao conteúdo e aplicação das propostas.Na continuidade exploramos os pontos relevantes;.por que e para que perguntar?.Pistas textuais,.Como chegar a estrutura do texto?.Quando queremos aprender?Os cursistas fizeram muitos comentários referentes a esses tópicos e apresentaram também algumas dificuldades que encontraram em sala de aula em relação ao nível de perguntas de alguns alunos.Reforcei a importância que tem em formular as perguntas sobre o texto,para que o aluno possa chegar a uma compreensão global do texto.Apresentei alguns métodos utilizados para ajudar a elaboração dessas perguntas,como;A leitura “de mão” e exemplificamos.Prosseguimos fazendo a leitura do texto de referência ‘Por que meu aluno não lê”.Retirado do TP4.Todos participaram dessa discussão,sempre alegando que o aluno não lê,devido a cultura que traz,onde os pais não lêem e também pelos meios econômico.Após vários comentários concluímos que é preciso que nós professores possamos criar fórmulas que possam trazer nossos alunos ao verdadeiro caminho da leitura.Ainda apresentei uma leitura relatando que “ler e escrever” são experiências conquistadas”.
No segundo momento ocorreu a apresentação do avançando na prática,no entanto é o momento mais rico do nosso encontro,pois envolve muitas trocas de experiências.Os cursistas além de suas apresentações .Dá sugestões aos demais.Dentre outros avançandos,a professora Renata da Silva,aplicou em uma oitava série,uma atividade sobre cartões postais,referente ao avançando das páginas 194 a 196,que sugere a exploração da comunicação e o processo da escrita.Segundo a cursista com essa atividade,os alunos puderam reconhecer numa abordagem sociocomunicativa de pesquisas que através de uma grande troca de informações sobre os textos podem enriquecer sua leitura de mundo e compreender as várias formas de apresentar os textos.A mesma alega que as dificuldades,percebidas foram a penas no nível de ortografia.E que a participação expressou entusiasmo na hora de escreverem os textos com coerência,com expectativa de que eles mesmos leriam seus textos.A professora Renata finalizou dizendo que a cultura ainda deve ser o mais importante a se acrescentar na escola para melhorar o entendimento que os alunos fazem nos textos que os cerca.Quando isso acontece sentimos a reciprocidade de nosso trabalho em sala de aula.
No terceiro momento foi desenvolvida uma atividades de leitura, em slide sobre intertextualidade,um poema “o bicho” e um noticiário “gente também é bicho.Preserve a criança brasileira”.Houve várias discussões referentes a intertextualidade dos textos.Em seguida as atividades práticas sobre pontuações nas orações,uma leitura de Lígia Bojunga na página,170 do TP4 e interpretação do texto 171.Na continuidade,fizemos a leitura “intradução” de Gabriel Pensador,página 17.Logo após comentários referente o texto.Trabalhamos também a atividade 8,página 191,comentários pontuais sobre as dimensões das situações d a h,que seguem na atividade 7 página:188 e 190.Finalizei com a apresentação de um slide,onde aparece algumas sugestões para incentivar a leitura.Na oportunidade fiz uma avaliação com os cursistas,envolvendo algumas perguntas relacionadas ao conteúdo,considerando seus conhecimentos experenciais e o estudo realizado da tp4,unidades 14 e 15 e faça um relato sobre:1)Você tem trabalhado com letramento com seus alunos? 2)Quais são ainda as suas dificuldades para trabalhar com a leitura e a escrita em sala de aula de forma significativa para os alunos?nas respostas percebi que os cursistas ,na sua grande maioria já trabalhavam a partir dos conhecimentos prévios dos alunos,do seu mundo cultural e através do meio que inside sobre sua fase de desenvolvimentro.Enquanto outros menciona que com o programa gestar,estimula os alunos a prestarem mais atenção as informações que estão ao seu redor,para que possam obter informações e conhecimentos ,de forma a contribuir com seu aprendizado.Fiz alguns encaminhamentos para o próximo encontro.Inclusive,a apresentação de alguns avançandos de cursistas que estão atrasados.
OFICINA 8 TP4 UNIDADES 15 e16
No dia 31 de julho,nos reunimos para realizarmos a oitava oficina do gestar no município de Nova Ubiratã-MT.Com o tema “Mergulho no texto”,objetivando conhecer várias funções e formas de perguntar para ajudar o aluno a utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo do ler para aprender.
Iniciamos com uma leitura reflexiva do autor Rubens Alves, “Todo Texto Literário é uma Partitura Musical’,comentamos o texto,como meio de enriquecimento ás nossas leituras.Apresentamos a projeção do filme ‘NARRADORES DE JAVÉ”.discutimos o filme,seguindo um roteiro de perguntas,auxiliando-nos na questão do processo letramento. Em seguida abrimos as discussões em relação ao conteúdo retratado retratados nas unidades 15 e 16.Verificamos as críticas dos professores em relação ao conteúdo e aplicação das propostas.Na continuidade exploramos os pontos relevantes;.por que e para que perguntar?.Pistas textuais,.Como chegar a estrutura do texto?.Quando queremos aprender?Os cursistas fizeram muitos comentários referentes a esses tópicos e apresentaram também algumas dificuldades que encontraram em sala de aula em relação ao nível de perguntas de alguns alunos.Reforcei a importância que tem em formular as perguntas sobre o texto,para que o aluno possa chegar a uma compreensão global do texto.Apresentei alguns métodos utilizados para ajudar a elaboração dessas perguntas,como;A leitura “de mão” e exemplificamos.Prosseguimos fazendo a leitura do texto de referência ‘Por que meu aluno não lê”.Retirado do TP4.Todos participaram dessa discussão,sempre alegando que o aluno não lê,devido a cultura que traz,onde os pais não lêem e também pelos meios econômico.Após vários comentários concluímos que é preciso que nós professores possamos criar fórmulas que possam trazer nossos alunos ao verdadeiro caminho da leitura.Ainda apresentei uma leitura relatando que “ler e escrever” são experiências conquistadas”.
No segundo momento ocorreu a apresentação do avançando na prática,no entanto é o momento mais rico do nosso encontro,pois envolve muitas trocas de experiências.Os cursistas além de suas apresentações .Dá sugestões aos demais.Dentre outros avançandos,a professora Renata da Silva,aplicou em uma oitava série,uma atividade sobre cartões postais,referente ao avançando das páginas 194 a 196,que sugere a exploração da comunicação e o processo da escrita.Segundo a cursista com essa atividade,os alunos puderam reconhecer numa abordagem sociocomunicativa de pesquisas que através de uma grande troca de informações sobre os textos podem enriquecer sua leitura de mundo e compreender as várias formas de apresentar os textos.A mesma alega que as dificuldades,percebidas foram a penas no nível de ortografia.E que a participação expressou entusiasmo na hora de escreverem os textos com coerência,com expectativa de que eles mesmos leriam seus textos.A professora Renata finalizou dizendo que a cultura ainda deve ser o mais importante a se acrescentar na escola para melhorar o entendimento que os alunos fazem nos textos que os cerca.Quando isso acontece sentimos a reciprocidade de nosso trabalho em sala de aula.
No terceiro momento foi desenvolvida uma atividades de leitura, em slide sobre intertextualidade,um poema “o bicho” e um noticiário “gente também é bicho.Preserve a criança brasileira”.Houve várias discussões referentes a intertextualidade dos textos.Em seguida as atividades práticas sobre pontuações nas orações,uma leitura de Lígia Bojunga na página,170 do TP4 e interpretação do texto 171.Na continuidade,fizemos a leitura “intradução” de Gabriel Pensador,página 17.Logo após comentários referente o texto.Trabalhamos também a atividade 8,página 191,comentários pontuais sobre as dimensões das situações d a h,que seguem na atividade 7 página:188 e 190.Finalizei com a apresentação de um slide,onde aparece algumas sugestões para incentivar a leitura.Na oportunidade fiz uma avaliação com os cursistas,envolvendo algumas perguntas relacionadas ao conteúdo,considerando seus conhecimentos experenciais e o estudo realizado da tp4,unidades 14 e 15 e faça um relato sobre:1)Você tem trabalhado com letramento com seus alunos? 2)Quais são ainda as suas dificuldades para trabalhar com a leitura e a escrita em sala de aula de forma significativa para os alunos?nas respostas percebi que os cursistas ,na sua grande maioria já trabalhavam a partir dos conhecimentos prévios dos alunos,do seu mundo cultural e através do meio que inside sobre sua fase de desenvolvimentro.Enquanto outros menciona que com o programa gestar,estimula os alunos a prestarem mais atenção as informações que estão ao seu redor,para que possam obter informações e conhecimentos ,de forma a contribuir com seu aprendizado.Fiz alguns encaminhamentos para o próximo encontro.Inclusive,a apresentação de alguns avançandos de cursistas que estão atrasados.
Relatório: "TEORIA E PRÁTICA; ARGUMENTOS VALIOSOS PARA BOA LEITURA."
“TEORIA E PRÁTICA;ARGUMENTOS VALIOSOS PARA UMA BOA LEITURA.”
RELATÓRIO
OFICINA 7 TP4 UNIDADES 13 e 14
No dia 27 de junho de 2009,nos encontramos para trabalharmos a sétima oficina do TP4,unidade 13 “leitura,escrita e cultura”.Iniciamos com um slide;”infância”,o qual nos fez relembrar a infância,relacionando os valores de ontem com o hoje.
Em seguida fiz a apresentação dos objetivos da unidade e coloquei um slide “letramento e alfabetização” e debatemos as questões:o que é alfabetização?”o que é letramento?,”objetivando uma reflexão sobre os usos e as funções da escrita nas praticas do cotidiano.Os cursistas citaram vários exemplos diários.Fizemos as atividades das páginas;16 e 17 da seção 1,a qual reforçou a questão das nossas práticas de leitura-escrita no cotidiano,considerando sempre que a escrita ocorre porque exerce diferentes funções e finalidades comunicativas,No entanto devemos preparar os alunos para se comunicarem adequadamente nas diferentes situações que venham utilizar.Em seguida fizemos uma leitura dos depoimentos dos autores Patativa de Assaré e Paulo Freire,quanto as suas práticas de leitura.A partir daí discutimos sobre o processo de letramento e a necessidade de desenvolver habilidades que tornem nossos alunos mais proficiente em leituras.Na continuidade passei um slide com algumas placas e sinais de cidades,bairros e casas...,onde possivelmente estamos cercados de informações desenhadas e ou escritas.
Na continuidade trabalhamos o texto “circuito fechado”,lembrando que,apesar da ausência de verbos e advérbios no referido texto.O leitor é capaz de indicar as cenas da vida do personagem.Após trabalhado o texto e explorado.Encaminhei aos cursistas que fizessem uma produção de texto incluindo suas ações do ontem,se baseando no texto “circuito fechado”de Ricardo Ramos,fazendo uso de verbos.Os cursistas se envolveram bastantes e relataram nas suas apresentações a importância desse trabalho.
Em seguida apresentei um cartaz da festa junina da escola municipal “Tancredo Neves”,em nosso município,e fizemos uma leitura do referido cartaz,objetivando relacionar o letramento com as práticas de cultura local.A atividade foi feita oralmente,considerando as dimensões da situação sociocomunicativa como parâmetros para o planejamento e avaliação de atividades de escrita;. Consciência da audiência,.relevância do conteúdo,.seqüência da informação,.nível de formalidade,.função da comunicação,.convenção .No outro momento fizemos a socialização do avançando na prática.Assim como os outros,esse avançando foi muito enriquecedor para todos nós.Quantas experiências relatadas ...e conseqüentemente,novas práticas...Percebi que uma minoria,ainda apresente insegurança nas interpretações das atividades encaminhadas.E que alguns cursistas em seus relatos,já fazem as reescrituras do texto dos textos apresentados pelos alunos.No entanto ampliei a importância da reescritura,para que dessa forma os demais pudessem adotar a idéia quando necessário.Dentre outros cursistas;a professora Geni relatou uma experi~encia ao aplicar o avançando da TP4 unidade 14,terceira seção.O objetivo era o de conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura(produção de texto),em uma turma da 7ª série,trabalhou o texto “nossas cidades”,segundo a cursistas;foi explorado as inferências,as pressuposições,gênero e tipo textual.O objetivo comunicativo é o público leitor do mesmo.Foram trabalhados oralmente os textos “ A cidade”,uma composição infantil de Millôr Fernandes, “A fábula dos fabulosos” Ledo Ivo,bem como “cartão postal do Rio de Janeiro”.Prosseguindo,trabalhou o texto “cidadezinha qualquer,”comparando os aspectos referenciais a descrição de cidade.Após os procedimentos de leitura,foi apresentado as propostas de produção de texto sobre:.qual seria a cidade de seus sonhos?.O que uma cidade tem de bom ou de ruim..E os alunos levaram duas aulas para produzir o texto.Houve a participação de todos.Foi levado em consideração diferentes características do nível de desenvovilmento do grupo.Um dos textos é de um aluno com deficiência mental,cujo grau não é possível definir.A professora relatou que nos textos observou que a cidade dos seus sonhos se caracterizava para a maioria que escolheu esse tema,como um sonho envolto a realização das paixões dessa fase de adolescência,como se divertia,sonhar em ser atriz,modelo,viajar enfim conhecer a beleza,a construção das cidades.Já um grupo menor com mais pés no chão,conseguiu a partir dos conhecimentos prévios sobre cidades,alcançar o objetivo proposto.Em relação as formalidades ortográficas e outro elementos relacionados a coesão.Não houve intervenção.portanto os textos se apresentaram conforme o produziu.Segundo a cursista professora Geni,os procedimentos dessa proposta serão levados em consideração com mais afinco.Embora as atividades de produção textual,com certa freqüência,são permeados a partir de conhecimentos prévios adquiridos em aula.A Geni ainda ressaltou que esse trabalho foi de muita importância,porque através dessas práticas percebeu o quanto não valorizamos ás vezes as pequenas e simples coisas presentes em nossa volta e que para os próprios alunos,através de produções textuais,conseguem visualizar e valorizar a riqueza das coisas simples do lugar onde vivem.Essa proposta,disse a professora que efetuou-se em cinco aulas distribuídas em dois dias subseqüentes.Houve colaboração de professores e direção daquela escola.O encontro presencial finalizou com uma apresentação de um poema que apresentei em cartaz,reforçando conceitos referentes a letramento,da autora Magda Soares.Fiz encaminhamentos para os cursistas estarem a TP4 unidade 15 e 16.Planejar e aplicar um avançando na prática.
RELATÓRIO
OFICINA 7 TP4 UNIDADES 13 e 14
No dia 27 de junho de 2009,nos encontramos para trabalharmos a sétima oficina do TP4,unidade 13 “leitura,escrita e cultura”.Iniciamos com um slide;”infância”,o qual nos fez relembrar a infância,relacionando os valores de ontem com o hoje.
Em seguida fiz a apresentação dos objetivos da unidade e coloquei um slide “letramento e alfabetização” e debatemos as questões:o que é alfabetização?”o que é letramento?,”objetivando uma reflexão sobre os usos e as funções da escrita nas praticas do cotidiano.Os cursistas citaram vários exemplos diários.Fizemos as atividades das páginas;16 e 17 da seção 1,a qual reforçou a questão das nossas práticas de leitura-escrita no cotidiano,considerando sempre que a escrita ocorre porque exerce diferentes funções e finalidades comunicativas,No entanto devemos preparar os alunos para se comunicarem adequadamente nas diferentes situações que venham utilizar.Em seguida fizemos uma leitura dos depoimentos dos autores Patativa de Assaré e Paulo Freire,quanto as suas práticas de leitura.A partir daí discutimos sobre o processo de letramento e a necessidade de desenvolver habilidades que tornem nossos alunos mais proficiente em leituras.Na continuidade passei um slide com algumas placas e sinais de cidades,bairros e casas...,onde possivelmente estamos cercados de informações desenhadas e ou escritas.
Na continuidade trabalhamos o texto “circuito fechado”,lembrando que,apesar da ausência de verbos e advérbios no referido texto.O leitor é capaz de indicar as cenas da vida do personagem.Após trabalhado o texto e explorado.Encaminhei aos cursistas que fizessem uma produção de texto incluindo suas ações do ontem,se baseando no texto “circuito fechado”de Ricardo Ramos,fazendo uso de verbos.Os cursistas se envolveram bastantes e relataram nas suas apresentações a importância desse trabalho.
Em seguida apresentei um cartaz da festa junina da escola municipal “Tancredo Neves”,em nosso município,e fizemos uma leitura do referido cartaz,objetivando relacionar o letramento com as práticas de cultura local.A atividade foi feita oralmente,considerando as dimensões da situação sociocomunicativa como parâmetros para o planejamento e avaliação de atividades de escrita;. Consciência da audiência,.relevância do conteúdo,.seqüência da informação,.nível de formalidade,.função da comunicação,.convenção .No outro momento fizemos a socialização do avançando na prática.Assim como os outros,esse avançando foi muito enriquecedor para todos nós.Quantas experiências relatadas ...e conseqüentemente,novas práticas...Percebi que uma minoria,ainda apresente insegurança nas interpretações das atividades encaminhadas.E que alguns cursistas em seus relatos,já fazem as reescrituras do texto dos textos apresentados pelos alunos.No entanto ampliei a importância da reescritura,para que dessa forma os demais pudessem adotar a idéia quando necessário.Dentre outros cursistas;a professora Geni relatou uma experi~encia ao aplicar o avançando da TP4 unidade 14,terceira seção.O objetivo era o de conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura(produção de texto),em uma turma da 7ª série,trabalhou o texto “nossas cidades”,segundo a cursistas;foi explorado as inferências,as pressuposições,gênero e tipo textual.O objetivo comunicativo é o público leitor do mesmo.Foram trabalhados oralmente os textos “ A cidade”,uma composição infantil de Millôr Fernandes, “A fábula dos fabulosos” Ledo Ivo,bem como “cartão postal do Rio de Janeiro”.Prosseguindo,trabalhou o texto “cidadezinha qualquer,”comparando os aspectos referenciais a descrição de cidade.Após os procedimentos de leitura,foi apresentado as propostas de produção de texto sobre:.qual seria a cidade de seus sonhos?.O que uma cidade tem de bom ou de ruim..E os alunos levaram duas aulas para produzir o texto.Houve a participação de todos.Foi levado em consideração diferentes características do nível de desenvovilmento do grupo.Um dos textos é de um aluno com deficiência mental,cujo grau não é possível definir.A professora relatou que nos textos observou que a cidade dos seus sonhos se caracterizava para a maioria que escolheu esse tema,como um sonho envolto a realização das paixões dessa fase de adolescência,como se divertia,sonhar em ser atriz,modelo,viajar enfim conhecer a beleza,a construção das cidades.Já um grupo menor com mais pés no chão,conseguiu a partir dos conhecimentos prévios sobre cidades,alcançar o objetivo proposto.Em relação as formalidades ortográficas e outro elementos relacionados a coesão.Não houve intervenção.portanto os textos se apresentaram conforme o produziu.Segundo a cursista professora Geni,os procedimentos dessa proposta serão levados em consideração com mais afinco.Embora as atividades de produção textual,com certa freqüência,são permeados a partir de conhecimentos prévios adquiridos em aula.A Geni ainda ressaltou que esse trabalho foi de muita importância,porque através dessas práticas percebeu o quanto não valorizamos ás vezes as pequenas e simples coisas presentes em nossa volta e que para os próprios alunos,através de produções textuais,conseguem visualizar e valorizar a riqueza das coisas simples do lugar onde vivem.Essa proposta,disse a professora que efetuou-se em cinco aulas distribuídas em dois dias subseqüentes.Houve colaboração de professores e direção daquela escola.O encontro presencial finalizou com uma apresentação de um poema que apresentei em cartaz,reforçando conceitos referentes a letramento,da autora Magda Soares.Fiz encaminhamentos para os cursistas estarem a TP4 unidade 15 e 16.Planejar e aplicar um avançando na prática.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
RETRATANDO GÊNEROS TEXTUAIS
RELATÓRIO DA OFICINA 5 TP3
UNIDADES 11 e 12
TIPOS TEXTUAIS
No dia 30 de maio de 2009 ,iniciei as atividades com uma música reflexiva “alô meu Deus”,Pe Zezinho.Com o objetivo de estimular o nosso dia.A referida música foi cantada por todos os cursistas presentes.Em seguida fizemos uma leitura compartilhada “A Muié Qui Mais Amei”,no gênero cordel,dos autores Patativa de Assaré e Drº Elder Pimheiro.Os professores se envolveram de uma forma grandiosa,até porque o referido poema de cordel,relata críticas aos problemas sociais com características humorísticas.
Fiz verdadeiramente uma leitura,usando algumas pistas textuais,a partir do título até a descoberta do gênero textual,que anteriormente eu não havia apresentado,para que então os cursistas concluíssem.Debatemos um pouco sobre esse gênero poético que recebe a subclassificação de cordel.Continuei as atividades revisando de uma forma mais aprofundada as diferenças e semelhanças na organização dos textos,utilizados em diversos contextos.Reforçando dessa forma a unidade 10.
No segundo momento ocorreu a exposição dos relatos lição de casa e o avançando na prática,da unidade 10,pois não havia acontecido no encontro anterior,pelo fato de alguns cursistas não ter aplicado em sala.Que segundo eles não havia dado tempo.Mais acredito que foi também pelo impacto do novo,por não terem ainda se adaptado a essa proposta.Abri o espaço e os professores relataram suas
experiências ,apresentando as formas as quais foram selecionadas as atividades.Sabemos que esses relatos tem como objetivo partilhar acertos,dificuldades e troca de experiências que sirvam de apoio á práticas pedagógicas.
Uma cursista trabalhou ;artigo jornalístico segundo ela,utilizou essa atividade pelo fato da maioria dos seus alunos não terem acesso a jornais.Foi uma experiência muito enriquecedora,até porque os alunos puderam conhecer vários gêneros em um mesmo jornal ,como também a sua função social.(fala da cursista Mônica).Um outro cursista ,professor Almir relatou sobre a experiência com o gênero cordel,achou muito interessante o envolvimento dos educandos da 6ª série,os quais após todo conhecimento com esse gênero,o professor pediu para que seus alunos elaborassem uma produção escrita.Segundo ele foi um sucesso! E a maior dificuldade encontrada pelos alunos foi o estranhamento dos termos regionalistas somente de início,depois se acostumaram.E o professor aproveitou os referidos termos para ampliação do vocabulário dessa turma.A professora Rosa também trabalhou “cordel”,numa turma de 8ª série.A mesma levou os alunos á praça da cidade para apresentação dos cordéis.Foi fantástico !A professora relatou que algumas produções passaram por reescritura.Os demais relatos foram tranqüilos,de acordo com os cursistas.
Aproveitei o momento e apresentei a “ dinâmica de cordéis”,utilizando alguns impressos de cordéis,funcionou da seguinte forma;uma cursista criou uma pergunta com o nome do cordel dela e a outra responde com o nome do cordel que está nas mãos.Teve a participação nessa dinâmica de 8 pessoas.Foi muito legal.Introduzi a unidade 11 e 12,objetivando reconhecer a distinção entre tipo e gênero textual;utilizando estratégias adequadas a variados gêneros textuais.Apresentei as várias seqüências tipológicas que essa TP trouxe e ampliei meus conhecimentos em outras fontes...juntamente com suas características e traços lingüísticos predominantes.Alguns professores mostraram um pouco de dificuldades,confundindo,assim algumas seqüências tipológicas,principalmente a seqüência preditiva,como também o tipo.Fizeram bastantes perguntas,justamente por ser o de classificação menos conhecida.
Continuei apresentando um slide;gêneros e tipos textuais:uma conversa que se inicia.../CFORM/UNB/MEC,como reforço a algumas complexidades que ainda existiam,relacionadas a gêneros e tipologias.Sendo assim apresentei a parte onde Bakhtin define os gêneros do discurso como tipos relativamente estáveis de enunciados constituídos e que mantêm uma relação direta com a dimensão social.Em seguida foi trabalhado uma tabela relacionando tipos textuais e gêneros textuais,envolvendo seus pontos característicos e a organização tipológica do texto.
Na continuidade foi realizada uma dinâmica “ ENVELOPE DA LINGUAGEM”,com o objetivo de um maior reconhecimento em relação ao trabalho com gêneros,como também as seqüências tipológicas.No envelope tinha diversos textos.Pedi para que separassem.listassem e explicassem a partir de que foi feita a escolha? E qual a predominância de cada um…Foi um trabalho em grupo de três pessoas.Teve um grande desempenho;alguns grupos escolheram pelo visual,estrutura de gêneros.Outros fizeram a predominância pelo uso de recursos lingüísticos ..pelo tipo.Foi feita a
socialização e percebi que houve um bom entendimento por parte da maioria,mas também teve algumas dúvidas em relação a predominância tipológica.Retornamos a fala do autor Marcuschi,o qual afirma que há uma grande heterogeneidade tipológica nos gêneros textuais,pois quando se nomeia um certo tipo,não está se nomeando o gênero e sim o predomínio de um tipo de seqüência de base.
Finalizamos encaminhando uma atividade do AAA,aula 8;identificando seqüências tipológicas.No mesmo dia no período vespertino retornamos ás atividades.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
“Gêneros Textuais:Uma Questão de Necessidade Social”
4ª oficina
No dia 08 de maio de 2009,nos encontramos mais uma vez para trabalharmos a 4ª oficina do GESTAR II,a TP3 unidade 9,gêneros textuais.
Iniciamos com um slide “FAUNA”,o qual relata 40 conselhos para viver feliz.Em seguida fizemos uma leitura compartilhada “A PALAVRA”,de Rubem Braga,a qual nos possibilitou refletirmos importância do trabalho com variedades de gêneros textuais em sal de aula,entretanto nunca sabemos o que pode tocar um indivíduo,ele pode se deixar tocar por algo que jamais pensamos;um poema,um conto,um noticiário...O texto foi bastante comentado pelos cursistas,levando-os sempre a questionamentos pedagógicos,inclusive o conhecimento prévio do aluno que deve ser aproveitado.Abri espaço para a transposição didática e na verdade, os professores não trouxeram a a plicação do avançando na prática,segundo eles,o tempo não foi suficiente,mas aproveitaram para expressar sua práticas diárias,dentre vários comentários,um professor relatou sobre um trabalho desenvolvido,referente as fábulas,com várias versões,fez a utilização dos elementos da fábula em outros gêneros textuais(crônicas,notícias em jornais,fatos do cotidiano do aluno...)Em relação a outras atividade relatadas,percebi que fazia necessário algumas ampliações e encaminhei uma readaptação enquanto proposta do gestar.Pelo fato de termos alguns professores fora da área,ou até mesmo estudando se graduando.Pude perceber que alguns ainda não tinham se identificado com a proposta do gestar,por ter dito pouco contato com o referente assunto.
Retomei a explicação repassando os objetivos do assunto.Introduzi gêneros textuais,enquanto diferença e semelhança em diversos contextos de uso lingüístico,competência sócio comunicativo e as características que levam a classificação de um gênero.Organizei um slide sobre texto,o que é?para que serve?gêneros literários e não literários.Apresentei uma lista de gêneros...e algumas pistas textuais,em relação a um texto não verbal em slide.Os cursistas contribuíram muito nesse processo,se envolveram bastante.Concluímos que é possível sim,trabalhar com gêneros,envolvendo características diversificadas,com vários textos,sendo assim o aluno pode compara-los e diferencia-los .Ex;uma bula de remédio de um jornal...
Em seguida trabalhamos uma atividade retirada do AA3,redescobrindo gêneros textuais:um conto de Drumonnd “ESSAS MENINAS” .Foi trabalhado em dupla e logo após socializaram.Trabalhamos também em slide algumas características de intertextualidade “O PODER DA IMPRENSA”,com o gênero jornalismo,enfatizando o conto de “ chapeuzinho vermelho” em vária dimensão social do letramento,utilizando textos de diversos gêneros;reportagens de jornais e revistas,entrevistas,propagandas,notícias,humor...,explicamos que há várias formas de relatar, objetividade e subjetividade,as diferentes habilidades exigidas par a leitura de diferentes textos numa mesma reportagem.
Fiz encaminhamento de estudo da oficina 10,11,12,13,e o aplicando na pr´tica da 10 e 12 ,organizado dentro de uma següencia didática,para o próximo encontro no dia 30 de maio.
VERONICA RIBEIRO DA SILVA –NOVA UBIRATÃ- MT
No dia 08 de maio de 2009,nos encontramos mais uma vez para trabalharmos a 4ª oficina do GESTAR II,a TP3 unidade 9,gêneros textuais.
Iniciamos com um slide “FAUNA”,o qual relata 40 conselhos para viver feliz.Em seguida fizemos uma leitura compartilhada “A PALAVRA”,de Rubem Braga,a qual nos possibilitou refletirmos importância do trabalho com variedades de gêneros textuais em sal de aula,entretanto nunca sabemos o que pode tocar um indivíduo,ele pode se deixar tocar por algo que jamais pensamos;um poema,um conto,um noticiário...O texto foi bastante comentado pelos cursistas,levando-os sempre a questionamentos pedagógicos,inclusive o conhecimento prévio do aluno que deve ser aproveitado.Abri espaço para a transposição didática e na verdade, os professores não trouxeram a a plicação do avançando na prática,segundo eles,o tempo não foi suficiente,mas aproveitaram para expressar sua práticas diárias,dentre vários comentários,um professor relatou sobre um trabalho desenvolvido,referente as fábulas,com várias versões,fez a utilização dos elementos da fábula em outros gêneros textuais(crônicas,notícias em jornais,fatos do cotidiano do aluno...)Em relação a outras atividade relatadas,percebi que fazia necessário algumas ampliações e encaminhei uma readaptação enquanto proposta do gestar.Pelo fato de termos alguns professores fora da área,ou até mesmo estudando se graduando.Pude perceber que alguns ainda não tinham se identificado com a proposta do gestar,por ter dito pouco contato com o referente assunto.
Retomei a explicação repassando os objetivos do assunto.Introduzi gêneros textuais,enquanto diferença e semelhança em diversos contextos de uso lingüístico,competência sócio comunicativo e as características que levam a classificação de um gênero.Organizei um slide sobre texto,o que é?para que serve?gêneros literários e não literários.Apresentei uma lista de gêneros...e algumas pistas textuais,em relação a um texto não verbal em slide.Os cursistas contribuíram muito nesse processo,se envolveram bastante.Concluímos que é possível sim,trabalhar com gêneros,envolvendo características diversificadas,com vários textos,sendo assim o aluno pode compara-los e diferencia-los .Ex;uma bula de remédio de um jornal...
Em seguida trabalhamos uma atividade retirada do AA3,redescobrindo gêneros textuais:um conto de Drumonnd “ESSAS MENINAS” .Foi trabalhado em dupla e logo após socializaram.Trabalhamos também em slide algumas características de intertextualidade “O PODER DA IMPRENSA”,com o gênero jornalismo,enfatizando o conto de “ chapeuzinho vermelho” em vária dimensão social do letramento,utilizando textos de diversos gêneros;reportagens de jornais e revistas,entrevistas,propagandas,notícias,humor...,explicamos que há várias formas de relatar, objetividade e subjetividade,as diferentes habilidades exigidas par a leitura de diferentes textos numa mesma reportagem.
Fiz encaminhamento de estudo da oficina 10,11,12,13,e o aplicando na pr´tica da 10 e 12 ,organizado dentro de uma següencia didática,para o próximo encontro no dia 30 de maio.
VERONICA RIBEIRO DA SILVA –NOVA UBIRATÃ- MT
quarta-feira, 10 de junho de 2009
ENCAMINHAMENTOS PARA A PRÓXIMA OFICINA
FIZEMOS ALGUNS ENCAMINHAMENTOS PARA QUE OS CURSISTAS SE ORGANIZASSEM NAS SUAS ESCOLAS,ENQUANTO GRUPO DE ESTUDO , PROPOSTAS PARA OS POSSÍVEIS PROJETOS.E O ESTUDO DAS TPs 9 e 10,PARA OS PRÓXIMOS ENCONTROS.
UM ABRAÇO.
OBSERVAÇÃO;ainda essa semana enviarei o relatório da próxima oficina.
UM ABRAÇO.
OBSERVAÇÃO;ainda essa semana enviarei o relatório da próxima oficina.
PROJETO POR APRENDIZAGEM
3ª OFICINA
“É caminhando que se faz o caminho”
PROJETO POR APRENDIZAGEM
No dia 25 de abril de abril do ano de 2009,num sábado,nas dependências da escola municipal “TANCREDO NEVES”,ocorreu um encontro de 4 horas,referente ao Gestar II..Iniciamos com um vídeo”MOTIVAÇÃO COM O MAIOR EMPREENDEDOR DO MUNDO”,com duração de 5minutos.Em seguida uma leitura compartilhada “AS TAREFAS DA EDUCAÇÃO” de Rubem Alves. Foi feito bastantes comentários. Nessa data ainda não tínhamos recebido os materiais do gestar em nosso município,então decidimos antecipar algumas questões...De repente na mesma semana chegaram os matérias,mas os cursistas haviam tidos acessos á leitura desses impressos.Resolvemos implementar nossa pauta com um dos itens;entrega e manuseio dos referidos materiais do gestar II.
PROJETO POR APRENDIZAGEM
No dia 25 de abril de abril do ano de 2009,num sábado,nas dependências da escola municipal “TANCREDO NEVES”,ocorreu um encontro de 4 horas,referente ao Gestar II..Iniciamos com um vídeo”MOTIVAÇÃO COM O MAIOR EMPREENDEDOR DO MUNDO”,com duração de 5minutos.Em seguida uma leitura compartilhada “AS TAREFAS DA EDUCAÇÃO” de Rubem Alves. Foi feito bastantes comentários. Nessa data ainda não tínhamos recebido os materiais do gestar em nosso município,então decidimos antecipar algumas questões...De repente na mesma semana chegaram os matérias,mas os cursistas haviam tidos acessos á leitura desses impressos.Resolvemos implementar nossa pauta com um dos itens;entrega e manuseio dos referidos materiais do gestar II.
Fizemos a exploração da dinâmica das oficinas,trabalhamos algumas atividades ainda do guia geral.Ocorreu a plenária,com muito envolvimento dos cursistas.Conceituaram o processo ensino- aprendizagem,como “o processo pelo qual passamos para a internalizar conhecimentos que ocorre através da mediação”.Outros grupos:com “resgate de conhecimento prévio ,busca de conhecimentos ,trocas de experiência...interação entre o professor e aluno.Sendo o professor neste processo um mediador,orientador,motivador e um constante transmissor de idéias.Para a maioria dos cursistas a realização do gestar II na prática;imaginam que acontecerá com construção de muitas novas sugestões de práticas melhores para a sala de aula,de maneira motivadora e dinâmica,interagindo entre professores,alunos ,família,coordenação e direção.E que esta parceria terá uma participação lucrativa.Pois todos estariam trabalhando em prol de uma mesma situação: ENSINO-APRENDIZAGEM de maneira diferenciada e qualif
icada.
No segundo momento fizemos uma oficina referente a PROJETO DE APRENDIZAGEM,com o objetivo de explicitar os recursos para a construção de aprendizagem e especificar projeto pedagógico e projeto por aprendizagem.Após feita a apresentação de slides,alguns professores comentaram que já haviam feitos experiências com algumas características de aprendizagem por projeto e se surpreenderam muito,com as informações que os alunos trouxeram.Após bastantes esclarecimentos,concluímos que aprendizagem por projeto,é de grande importância á nossas práticas pedagógicas,pois irá possibilitar oportunidades de melhorias na aprendizagem através de um trabalho cooperativo.Nessa reciprocidade o professor é tão aprendiz quanto o aluno,dessa forma formará um ambiente construtivista.È preciso trabalhar o aluno á percepção de seu próprio valor,promover a auto estima e a felicidade de conviver e cooperar.E com isso estimular a livre expressão de cada um.
Sabemos que o termo projeto é bastante recente em nossa cultura.Contudo os cursistas dispuseram tentar traçar esses caminhos ás suas práticas pedagógicas.Acharam muito interessante...Mais ainda temos muito á pesquisar e aprender...
Essas contribuições de projeto por aprendizagem foi feita através de socialização com a equipe do gestar II,do município de SINOP e a partir dessas informações ampliei pesquisas,conforme referências bibliográficas:NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro.pedagogia dos projetos.E KLEINAN,Ângela B. Leitura e interdisciplinaridade:tecendo redes nos projetos da escola /ângela B. Kleinan,Silva E. Morais-Campinas,SP:Mercado de Letras,1999-(coleção idéias sobre aprendizagem) ,OLIVEIRA,Ana Arlinda de.Estrutura
No segundo momento fizemos uma oficina referente a PROJETO DE APRENDIZAGEM,com o objetivo de explicitar os recursos para a construção de aprendizagem e especificar projeto pedagógico e projeto por aprendizagem.Após feita a apresentação de slides,alguns professores comentaram que já haviam feitos experiências com algumas características de aprendizagem por projeto e se surpreenderam muito,com as informações que os alunos trouxeram.Após bastantes esclarecimentos,concluímos que aprendizagem por projeto,é de grande importância á nossas práticas pedagógicas,pois irá possibilitar oportunidades de melhorias na aprendizagem através de um trabalho cooperativo.Nessa reciprocidade o professor é tão aprendiz quanto o aluno,dessa forma formará um ambiente construtivista.È preciso trabalhar o aluno á percepção de seu próprio valor,promover a auto estima e a felicidade de conviver e cooperar.E com isso estimular a livre expressão de cada um.
Sabemos que o termo projeto é bastante recente em nossa cultura.Contudo os cursistas dispuseram tentar traçar esses caminhos ás suas práticas pedagógicas.Acharam muito interessante...Mais ainda temos muito á pesquisar e aprender...
Essas contribuições de projeto por aprendizagem foi feita através de socialização com a equipe do gestar II,do município de SINOP e a partir dessas informações ampliei pesquisas,conforme referências bibliográficas:NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro.pedagogia dos projetos.E KLEINAN,Ângela B. Leitura e interdisciplinaridade:tecendo redes nos projetos da escola /ângela B. Kleinan,Silva E. Morais-Campinas,SP:Mercado de Letras,1999-(coleção idéias sobre aprendizagem) ,OLIVEIRA,Ana Arlinda de.Estrutura
Veronica Ribeiro
Nova Ubiratã - MT
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